Fim de ano no RH: 5 demandas que não podem ser esquecidas

Fim de ano no RH: 5 demandas que não podem ser esquecidas

Se o planejamento e a organização são importantes durante o ano, na reta final, eles têm um peso ainda maior. Pagamento de décimo terceiro salário, férias coletivas e as confraternizações são algumas das atividades que fazem parte da rotina de fim de ano do RH.

Essas demandas envolvem toda a empresa e exigem muita mão na massa! Por isso, quanto antes o setor estiver alinhado e preparado para lidar com elas, melhor.

Neste artigo, selecionamos as principais dicas para que você e a sua equipe passem por esse período de maneira mais tranquila e estratégica, antecipando o que não precisa ficar para 2024.

Acompanhe a leitura!

Por que se antecipar na contratação?

É comum que as empresas aguardem o primeiro trimestre para retomar os processos seletivos, afinal, o orçamento seguinte já abrange as substituições e novos cargos. No entanto, nem sempre é uma boa ideia esperar janeiro chegar.

As tradicionais comemorações de final de ano são uma ótima oportunidade para receber os colaboradores recém-chegados. Nesse caso, o ambiente se torna mais receptivo, pois as pessoas estão mais abertas e com facilidade para socializar. Além disso, quem está chegando está a todo vapor, pronto para dar o seu melhor e mostrar o seu potencial para se destacar no novo emprego.

Para as organizações que se preocupam com a integração dos novos funcionários e de tornar o seu onboarding mais fácil, o ideal é antecipar as contratações para novembro ou dezembro.

Quais demandas não podem ser esquecidas?

Agora que você já conhece a importância de se antecipar na contratação de funcionários, chegou o momento de conhecer as demandas que não podem ficar de lado no fim de ano no RH. Confira as principais!

1. Encerramento de benefícios

O 13º salário é um benefício bastante aguardado pelos empregados. Por ser uma obrigação legal, o pagamento tem data-limite para acontecer. Muitas empresas optam por pagá-lo em duas parcelas, o que é permitido pela lei. A primeira deve ser paga entre 1.º de fevereiro e 30 de novembro. Já a segunda precisa ocorrer até 20 de dezembro. Ao optar por uma única parcela, o prazo é 30 de novembro.

Para as organizações que oferecem a PLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados), o pagamento acontece no mesmo período. No entanto, fica a critério do empregador, em acordo com o sindicato dos trabalhadores, por meio de uma convenção. Em geral, o benefício é pago a partir de outubro.

Também é nessa fase que acontece a esperada festa de fim de ano da empresa. Em geral, nessa comemoração, há sorteio de prêmios e uma programação divertida para encerrar o ano em grande estilo.

Nesse caso, existem empresas que investem em atrações musicais e shows de humor para agradar os colaboradores. Como a sua companhia costuma trabalhar esse evento? É possível usá-lo como uma estratégia de retenção de talentos.

2. Avaliação de desempenho e feedback

O feedback deve acontecer periodicamente. Não podemos reservá-lo apenas para o final do ano, quando o tempo parece ainda mais curto para dar conta de tantas demandas. No entanto, essa conversa tem ainda mais peso nesse período, e pode ser planejada para complementar a avaliação de desempenho.

Nessa avaliação, o RH dá suporte aos gestores para que analisem como foi a performance de seus liderados, tanto do ponto de vista técnico como do comportamental. É importante que ela não seja adiada para dezembro, especialmente para as equipes maiores, que precisam de mais tempo para avaliar.

Para que a avaliação não impacte em outras atividades, o RH deve alinhar com a gestão em agosto ou setembro a melhor forma de aplicar o feedback, e se colocar à disposição para acompanhar ou tirar dúvidas.

Orientações também são necessárias para as conversas de feedback. O colaborador deve ser conscientizado sobre a relevância desse momento para o seu desenvolvimento profissional. A ideia é que a gestão chame sua atenção para os pontos de melhoria, direcionando os seus esforços para uma mudança que favoreça a equipe.

Da mesma forma, é essencial pontuar as suas qualidades e como elas contribuem para o alcance de resultados. Nesse processo, o gestor também se favorece, sendo um dos participantes mais importantes para o crescimento profissional de seu time.

3. Processamento da folha de pagamento

Mesmo sendo uma demanda recorrente, a folha de pagamento assusta diversos profissionais de RH e DP pela sua complexidade. Por envolver valores numéricos, é necessário ter bastante atenção e cautela na hora de fazer os cálculos.

O processo reúne a frequência (bem como atrasos e afastamentos), descontos de encargos sociais e a data em que o pagamento acontecerá. Lidando com centenas ou milhares de funcionários, é, de fato, um desafio executar a folha.

Por isso, essa é mais uma razão para, no final do ano, não deixá-la para última hora, e antecipar o máximo possível, mesmo que você use algum software de inteligência artificial para auxiliar. Assim, é possível reduzir as chances de precisar fazer horas extras.

4. Planejamento de férias e licenças

Na reta final do ano também há um aumento de pedidos de férias. É nessa época que quem tem filhos pode levá-los para viajar e se divertir. No entanto, essas solicitações não podem chegar em cima da hora. É fundamental que a empresa tenha uma política, informando o prazo que deve ser solicitado para autorização, para que o funcionário e o empregador consigam se programar.

Para quem já segue esse modelo, os últimos meses do ano demandam um planejamento financeiro para arcar com esses gastos. O mesmo vale para as licenças. Para os empregados que estão afastados, o ideal é manter os documentos e arquivos atualizados, de modo a evitar problemas com o eSocial.

5. Revisão de políticas internas

Durante o ano, é possível avaliar o que funciona, o que não funciona e o que precisa ser adaptado. Portanto, também é chegada a hora de revisar as políticas internas, verificar se elas se encaixam com o que está sendo planejado para o ano seguinte ou se precisam mudar para fazer mais sentido para a empresa.

Como você viu, o fim de ano no RH é bastante corrido. Contudo, também é uma oportunidade para reorganizar os processos internos, melhorar o engajamento e a satisfação das pessoas e começar o ano seguinte com o pé direito. Por isso, nessa fase, dê atenção às demandas que citamos e gerencie bem o seu tempo, a fim de alcançar bons resultados.

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